Gourmet
Polêmica gastronômica
por André Sender, redação ONNE
Vanguarda espanhola conhecida como cozinha tecnoemocional divide chefs e especialistas
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Mesa de Debate |
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Ferran Adrià e Alex Atala |
O Mesa Tendências, fórum internacional de gastronomia que acontece em São Paulo, começou fervendo. Na primeira mesa do evento, debateu-se a cozinha tecnoemocional, que o chef francês radicado no Brasil Claude Troigross define como uma "filosofia que está mudando a culinária mundial". A discussão foi acirrada, já que alguns chefs crêem que o movimento, nascido em 1993 na Espanha, seja mais ligado à técnica e outros, à paixão.
A polêmica começou no nome. "Se gosta do nome ou não, não importa", disse o chef espanhol Ferran Adrià. O importante, para ele, é entender que trata-se de "uma cozinha de paixão". O jornalista brasileiro Josimar Melo – que se atrasou porque não mudou o celular para o horário de verão – fez coro com Adrià: "O que menos importa na cozinha tecnoemocional é o tecno", disse.
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Claude Troisgross fala |
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Josimar Melo |
A polêmica foi tanta que nem os chefs ibéricos que estavam na platéia conseguiram se conter. Andoni Aduriz subiu no palco para dizer que os anos em que trabalhou cozinha tecnoemocional foram apaixonantes. Juan Mari Arzak, hoje um dos maiores expoentes do gênero, disse que quando experimentou pela primeira vez, não gostou de nada. Quando Joan Roca e Martín Berasategui se juntaram aos debatedores juntando dez pessoas no pessoas no palco. Um encontro de chefs memorável.
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